Relembrando a polêmica do game com estupros

Inicialmente produzido apenas para o mercado japonês, o game “Rapelay” foi lançado em 2006 pela produtora Illusion. Desde o fim de de 2008 começou a ser vendidos em lojas do ocidente, como a Amazon britânica, e pode ser encontrada a versão pirata no comércio ilegal do centro de São Paulo.

O que chama tanta atenção no título é seu conteúdo promíscuo, onde o objetivo do jogador é estuprar uma mulher e logo após fazer o mesmo com suas filhas. O enredo repugnante do jogo tornou-se popular entre as comunidades de hentai (animação japonesa pornográfica).

Apesar de ser proibido na maioria dos países onde é lançado, o simulador de estupro pode ser facilmente encontrado na internet em compartilhadores de arquivos como “torrent” e programas p2p.

A existência do game já foi relatada ao Ministério Público Federal, que já está tomando as devidas providências para agir contra o comércio ilegal das cópias. “Se há locais estabelecidos no Brasil vendendo, nós vamos agir contra eles. Mas quase tudo é fruto de pirataria ou está difuso na internet para ser baixado. Os serviços de compartilhamento de dados não estão hospedados no Brasil nem são geridos por brasileiros“, declarou um procurador na ocasião ao Jornal da Tarde.

Texto originalmente publicado em 26 de março de 2009, com colaboração de Tom Marques.

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Sobre o autor

David Denis Lobão